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Telefone 278 941 084
FAX. 278 941 080
E-mail:
jffrechas@armail.pt
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Galeria de fotografias
Nesta iniciativa, pretendemos recordar todos aqueles que ao
longo das suas vidas marcaram e deram o seu melhor por esta Terra, do mais
notável ao mais humilde. Todos eles sem excepção, fazem parte da nossa
história.
Pretendemos também fazer uma rectrospectiva, do passado à actualidade,
para assim compreendermos as mudanças operadas, e para que também as
gerações futuras, entendam as suas raízes.
As fotografias, à medida da sua disponibilidade, foram seleccionadas
aleatoriamente.
Assim, todos quantos possuam registos fotográficos, nomeadamente de
famílias, vivências sociais, ou outros motivos de interesse para a nossa
história colectiva, por favor não hesitem, contactem com a Junta de
Freguesia.
O Rio, a par da Praça do Pelourinho, foram sempre os lugares de eleição em
Frechas.
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GRUPOS:
Actividades / Paisagem
Praça do Pelourinho
Obras / Melhoramentos
Estação da CP
Cachão
Vale da Sancha
Diáspora
Famílias
Festejos
Festejos de Natal
Carnaval
Feira dos Ramos
Grupo Etnográfico
Grupos Jovens
Escolas
Factos e Pessoas
Casa do Povo
Solidariedade
Pro-Museu
Tempos Livres
Rio
Natureza
Outono
Assoc. Caça e Pesca
Clique nas fotografias, para
ampliar. |
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Actividades /
Paisagem |
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Praça do
Pelourinho
"Para
simbolizar o poder local, decorrente de uma Carta de Foral, passada
pelo monarca, era colocado um elemento de granito, normalmente no
largo principal da povoação e mais tarde em frente à casa da Câmara.
Estes elementos graníticos chamados pelourinhos, passaram a
simbolizar a autonomia administrativa concelhia, os direitos e os
deveres dessas povoações, sendo marcos representativos da história
local e da tradição Portuguesa, de acordo com as Cartas de
Foral.(...)
Durante o Antigo Regime, a autonomia administrativa e judicial tinha
como símbolos o Foral, a Casa da Câmara, a Cadeia e o Pelourinho.
(...) O Pelourinho e a Cadeia representavam os poderes judicial e
penal depositados nas populações. (...)
O Pelourinho era o local público de aplicação de penas. Também aqui
se liam os pregões, se afixavam editais e as posturas.
Peça fundamental do aparelho autonómico, o Pelourinho erguia-se no
largo principal da vila, normalmente em frente aos Paços do
Concelho."
Luis Ferreira, Pelourinhos do Distrito de Bragança |
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Também em Frechas, nomeadamente entre
os mais idosos, era pacifico e aceite, que os edificios dos diversos
orgãos locais, se situavam nas imediações do Pelourinho.
Na primeira fotografia desta série (nº. 25), por volta do ano de 1960, é visivel no
edificio ao fundo, ao lado do portão em madeira, uma janela com
gradeamento em ferro. Neste edificio, fruto também destas
características, sempre se ouviu dizer que se teria situado o
Tribunal, bem como a Cadeia. Nesta foto é também visivel o tanque
que existia na praça, ao qual as pessoas recorriam para se
abastecerem de água para as suas habitações, já que nessa época não
existia ainda rede de água domiciliária. Era também aqui que traziam
os seus animais; burros, cavalos e bois, para beberem.
Entretanto, começou a ganhar força a ideia de que aqui, deveria
existir um espaço mais de acordo com a memória do local. Nesta
medida, na década de 1980, a família do Sr. Acácio Augusto Martins,
antigo Presidente da Junta de Freguesia, adquiriu a área da
habitação, que se vê sem telhado, tendo-o oferecido para que a
partir desta ampliação, pudesse ter início a operação de
embelezamento de todo este espaço.
Ontem como hoje e tal como as fotografias o documentam, a Praça do
Pelourinho era o ponto de encontro, não apenas para as pessoas da
aldeia, como para os que estavam de passagem.
também aqui se situavam 2 dos fornos existentes em Frechas, apesar
de propiedade privada, era lá que um bom número de familias iam
cozer as "fornadas" de pão, a qual, dependendo do agregado familiar,
duraria 1 a 2 semanas.
Era também a zona comercial da extinta vila, não havia por estas
paragens cafés, mas aqui existiam as "tabernas", confirmam-no as
fotografias nº. 026 parte exterior e a fotografia nº. 114 no
interior de uma delas, onde se bebia um "copo", jogando-se também
uma partida de chincalhão.
Por estes tempos, não eram ainda conhecidos os mini-nercados,
contudo aqui se situava o "soto" ou os "sotos", além de taberna,
vendia de tudo um pouco, géneros alimentares, petróleo, alguns
medicamentos e afins, e até urnas.
Em tempos mais recentes, na década de 1970, com as vidas mais
facilitadas e com melhor poder de compra das populações, era nesta
zona, o principal ponto de paragem e venda do peixeiro, do piteiro,
dos tendeiros das "carradas" ao Domingo, bem como dos pultriqueiros
e até do circo. |
Obras / Melhoramentos |
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Ontem como hoje, o convívio entre as pessoas é de
grande importância para o avanço das comunidades |
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Lamentavelmente, pessoas não concordantes com o progresso e o convívio, pela calada
da noite, promovem a destruição do trabalho feito com dedicação e
empenho.
Enfim, são também os sinais dos tempos. |
Estação da CP
Local de chegada e partida, de
correspondência, de mercadorias e pessoas, era lugar de encontros e
desencontros, unia e separava as pessoas, umas até breve, outras até
sempre. |
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Cachão |
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Vale da Sancha |
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Vale da Sancha - comemoração do Dia do
Pai |
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Diáspora |
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Famílias |
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Festejos |
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Festa de Frechas - São
Miguel - Out / 2009 |
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Festejos de Natal |
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Carnaval |
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Feira dos Ramos |
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1ª - 2007 |
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| 2ª - 2009 |
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Grupo Etnográfico de Frechas |
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Grupos jovens |
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Escolas |
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Factos e Pessoas |
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Casa do Povo |
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Solidariedade
As pessoas, desde o
primeiro dia, têm sido o centro das atenções da Junta de Freguesia,
nomeadamente, os grupos mais vulneráveis; crianças e idosos.
Com a ajuda da Associação "Samaritanos" pelo Natal, distribuiram-se
pequenas lembranças aos mais pequenos, tendo os mais idosos recebido
alguns apoios em géneros alimentares.
Com o apoio da Junta de Freguesia, 2 candidaturas ao programa
"Conforto habitacional" do Instituto de Segurança Social,
proporcionaram obras de beneficiação em 2 habitações. Entretanto,
conseguimos apresentar mais 6 candidaturas.
Também do programa "Complemeto Solidário" para pessoas com 65 ou
mais anos de idade, conseguimos apoiar um número significativo de
candidaturas, sendo a sua maioria bem sucedidas.
Também na rubrica do Pocal "Familias" ainda que pontuais, atribuímos
algumas ajudas.
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Pro-Museu
Museu - Instituição sem fins lucrativos, ao serviço da Sociedade
e do seu desenvolvimento e aberta ao público.
Pesquisa e exibe com finalidade de estudo, de educação e de
apreciação, evidência material dos Povos e seu ambiente.
Um Povo não pode permitir que a sua história, as suas raízes ou a
sua memória, vão parar à prateleira do esquecimento.
Frechas, não pode permitir que a sua história ou a sua memória se
percam, é por isso urgente dar corpo ao Museu Rural/Etnográfico.
Por tudo isto, iniciámos há já algum tempo, a recolha de todo o tipo
de objectos em desuso, os quais, faziam parte das lides doutros
tempos.
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Depois da recolha
de centenas de peças pela J.F., os jovens do programa OTL-2008
procedem à sua inventariação: |
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Exposição no âmbito
da semana do agrupamento de Escolas Luciano Cordeiro - 2008: |
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Peças recuperadas
da antiga Escola e Telescola: |
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Peças da antiga
"Casa do Povo": |
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Peças das lides
domésticas e actividades; agricultura, pesca, sapateiro e alfaiate: |
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Cadeira e peças
diversas do Barbeiro: |
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Cobo, armadilha em
forma de cone, feito a partir de ramos verdes de salgueiro. No seu
interior era colocado o isco afim de atrair o peixe, o qual depois
de entrar não conseguia sair. |
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Caixa feita em
cortiça para transporte do furão, o qual tinha como missão entrar no
refúgios dos coelhos para os atacar, para que estes ao abandonarem a
toca, no exterior onde o caçador se encontrava, pudessem ser
facilmente abatidos. |
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Baús da taverna da
"Tia Rosaria- Rosária da Conceição", taverna que existiu
no Terreiro da Lomba, provavelmente há mais de 80 anos. |
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Cana para acender e
apagar as velas na Igreja: |
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Recorte do JN com
notícia da construção da ponte sobre o Rio Tua: |
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Como se pode
verificar, são já centenas de peças e fotografias antigas, algumas
das quais com mais de 80 anos que ao longo dos tempos fomos
recolhendo tendo em vista o futuro "Museu rural e etnográfico de
Frechas".
Este conjunto de peças resulta da recuperação de diversas peças da
antiga "Casa do Povo", da escola primária e até do agrupamento
Luciano Cordeiro, havendo ainda algumas, um pequeno número, que
foram adquiridas a preços simbólicos.
A grande maioria das peças foi cedida por um conjunto de pessoas em
Frechas, a quem aqui deixamos público agradecimento:
Jorge Pereira
Abel José Trigo Moutinho
Francisco Martins
Armando Faria
José Alexandre Trigo
Gilberto Pereira
Prof. Carlos Cardoso
Beatriz Figueiredo
Lisete Correia
Maria Augusta Silva
Maria Angelina
Maria Luisa Salvador
Maria Arminda Silva
Beatriz Aniceto
Carolina Pereira
Maria José Esteves
Efigénia Fonseca
Ermelinda Fonseca
Pureza Sousa
Madalena Guedes
Anabela Gonçalves
Maria Natividade Ribeiro
Idalina Monteiro
Maria Teresa Pereira
Se eventualmente nos esquecemos de alguém, desde já pedimos
desculpas e pedimos que contacte com a JF.
Peças para o museu ou até para uma galeria fotográfica, há já e em
número significativo, aguardamos apenas um espaço condigno para dar
corpo a esta ideia, a qual estamos certos, qualquer JF não
deixará desvanecer.
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Tempos livres |
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Rio |
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Natureza |
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Outono, fim de tarde, Rua D. Manuel I |
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Associação de Caça e Pesca |
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